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INDICE AO BLOG NSG E À BIBLIOTECA VIRTUAL LACHESISBRASIL BASEADO EM BUSCAS ESPECÍFICAS

OBSERVE POR FAVOR QUE A MAIORIA DOS LINKS SÃO AUTO EXPLICATIVOS, E CONTÉM INDICAÇÃO DE CONTEÚDO ANTES MESMO DE SUA ABERTURA: 1) SOBRE ...

sábado, 30 de julho de 2011

Uma mulher acima dos adjetivos


Tem gente que não desiste da luta, que persiste no tempo, os tais essenciais. Ontem perguntei a Kuki como estava a vida na Africa, e recebi a seguinte resposta: "Fighting poachers while Africa is losing her elephants".

Kuki Gallmann, nasceu na Itália em 1943, foi para o Quênia em 1972, e não voltou mais. Iniciou a nova vida com um rancho de gado e caça esportiva, e hoje é uma feroz conservacionista.

Num dado instante de sua vida Kuki escreve: "Rezei para um Deus desconhecido que nos dá a vida. Prometi tudo que eu tinha, tudo que era, em troca daquela vida unica. Deus não me ouviu"

Era o momento exato da morte de seu filho Emanuele, de 17 anos (na foto abaixo, com a mãe), picado por uma puff adder. O menino nesta idade já era um experiente herpetologista. Mais um de nós que se foi, sucumbindo ao oficio e à paixão.




Pouco antes Kuki havia perdido o marido Paolo. Estava sozinha na Africa com a pequena filha Sveva.

Da dôr, e em memoria de Paolo e Emanuele, nasceu a Gallmann Memorial Foundation , sediada em Ol Ari Nyrio, dedicada a preservação do que ainda resta da natureza africana:  http://www.gallmannkenya.org/

Neste momento, Kuki está no rastro dos caçadores de elefante, na perigosíssima trilha de gente tambem essencial, como Dian Fossey.

Outro dia avisei a meu filho Gabriel: 'se eu tomar um tiro em Serra Grande, foi tal pessoa, anote aí'. Sei do que as pessoas são capazes por dinheiro, na especulação imobiliária, ou no trafico de marfim. Estamos portanto e de certa fora, eu e Kuki, no mesmo barco, e numa condição sem retorno, sem espaço para acovardamento. Que os dias nos sejam leves.

GRANDE BEIJO KUKI


LEIA TAMBÉM:

http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/08/em-memoria-de-emanuele-gallmann.html

http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/08/os-essenciais-12-kuki-gallmann-e-david.html



sexta-feira, 29 de julho de 2011

A Supremacia Lachesis em cheque (Bothrops asper chegando lá)



Vem do Rio de Janeiro, por Email, uma questão interessante:

"Se esta cobra é tão grande e poderosa porque não está em todo lugar preservado lá na amazônia e no que resta da mata atlântica... é um gigante que deveria deixar todas as competidoras sem ratinhos... ou não ?"

Lachesis, ovípara, não está tendo tempo para crescer. Alem da pressão antrópica, há essa desvantagem evolutiva dos ovos. Os gigantes de 3 metros não existem mais. É a questão darwinista dos indivíduos excepcionais, cada vez mais raros, não transmitirem seus genes, cabendo aos medianos a perpetuação da especie.

Abaixo Dean Ripa segura uma Bothrops asper, vivípara, que convive com Lachesis ao norte da America do Sul, e parte da America Central e Caribe (animais simpátricos) . Na verdade estes dois animais magníficos já rivalizam em tamanho, ainda com pequena vantagem para Lachesis.

Quanto tempo a maior adaptabilidade de Bothrops à ambientes devastados levará para virar este jogo, difícil dizer.








CONFIRA TAMBÉM:



domingo, 24 de julho de 2011

Sobre ovos

Simulo o ambiente natural. Na natureza, Lachesis bota ovos no túnel da paca e do tatu, como abaixo.




Túneis artificiais não são as galerias seguras do ambiente natural. Antecipe-se: localize os ovos no tunel antes que as moscas o façam.




Depois, com cuidado para não girar o cacho, tente soltar os ovos individualmente ou em grupos de 2 ou 3 se estiverem muito aderidos. Adesão extrema significa que pode-se ter chegado tarde demais, ovos de mosca depositados na casca, que será perfurada por larvas à seguir.





Não luto muito contra esta aderencia entre os ovos. Se há risco de romper a casca mantenho grupos de até 5 ovos, sem problemas. A temperatura e umidade são medidos, mas quem encuba é a Mata Atlantica onde estou. Médias naturais variam entre 21 a 25° C na Mata Atlântica do Sul da Bahia. A umidade relativa do ar é sempre superior a 90%. Estes sã os parâmetros da encubação.

As vasilhas dos ovos vistas acima são destas de cozinha mesmo, hermeticamente fechadas com plastico de cozinha. Se a umidade cai, umedeço a vermiculita com agua de injeção, estéril. A necessidade do plastico fechando hermeticamente o conjunto vem novamente da presença de moscas, minusculas, que abundam o ambiente natural e que se encontradas dentro das vasilhas, será o primeiro indicativo de uma encubação fracassada. Observe na foto acima que o conjunto de vazilhas está dentro de um recinto de vidro grosso, a prova de predadores. Achamos Oryzomis sp dentro da maternidade, atraido pelos ovos. Não sobraria um unico ovo se não tivessemos antecipado a visita.






Montado o conjunto, agora é esperar por 67 a 90 dias, sem baixar a guarda. O minimo discuido nesse ambiente agressivo significa perda; abaixo filhotes formados aos 50 e poucos dias de encubação, com fosseta loreal e tudo, mortos por perfuração de ovos por moscas. O plastico tinha sido esquecido aberto por uma tarde inteira, na semana anterior.




Depois que o primeiro 'focinho' aparecer, em cerca de 5 a 7 dias todos os outros filhotes do cacho deverão nascer também. É bom segurar a ansiedade. Retirada invasiva do filhote de dentro do ovo pode impedir absorção de vitelo  (veja foto abaixo), e gerar menos crescimento da dura etapa que se segue, os primeiros 60 dias de vida. Se há sinal de problema - bicho letárgico, com pouco batimento de língua - interfira, se não, aguarde.






CONFIRA:


http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/06/pergunta-preto-resposta-azul.html

http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/07/apaga-fogo.html

http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/10/retirada-de-ovos-da-femea.html

http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/01/carl-gustav-jung-e-o-clube-da-surucucu.html

http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/05/milagre.html

http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/07/classicos-para-ler-escondido-2-memorias.html

http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/08/herpetologista-mirim-pergunta-sobre.html

sábado, 23 de julho de 2011

Corticoide pré soroterapia



Do Pará vem a questão recorrente dos corticoides pré soroterapia.

NÃO USO

Já escrevi sobre isso aqui no blog:

http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/03/nao-existe-eficacia-na-medicacao-pre.html


Não pretenderia e não acho possivel argumentar com Warrel. Sem meias palavras:


I disagree with the routine use of  "high-dosage cortisone" before antivenom. Early reactions occur in less than a quarter of the patients and so it seems unreasonable to expose all to the general dangers of corticosteroids and possibly to increased venom toxicity. Corticosteroids are not always successful in preventing early serum reactions, but these reactions can be safely and effectively treated with adrenaline, 0 5 ml of 0 1°% solution by subcutaneous injection. The incidence of reactions due to anticomplementary activity may be reduced by diluting the antivenom and by giving it by slow intravenous infusion.


 DAVID A WARRELL
 Radcliffe Infirmary,
 Oxford

Warrell, D A, et al, American Journal of Tropical
 Medicine and Hygiene, 1976, 25, 517.

Warrell, D A, et al, British Medical Journal, 1975,
 4, 697.

Theakston, R D G, and Reid, H A, Lancet, 1976,
 2, 121.

Warrell, D A, and Ormerod, L D, American_Journal of
Tropical Medicine and Hygiene, 1976, 25, 525.

http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/05/acidente-laquetico-na-pratica.html


quinta-feira, 21 de julho de 2011

Apaga - fôgo


Recebo três perguntas de Sudamerica, uma sobre a questão da sinonímia Lachesis muta muta e Lachesis muta rhombeata em Lachesis muta, outra, de como é esta alegada variação morfológica entre rhombeata na Bahia, e por fim, sobre a alegada variação morfológica ente Lachesis muta muta e Lachesis muta rhombeata.

Sobre a sinonímia, já escrevi a respeito, e apresento neste mesmo link os quatro trabalhos fundamentais à compreensão do tema:

http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/02/questao-da-subespecie-cascata-das-racas.html


Para falar com segurança sobre Lachesis, também a respeito da sinonímia, é necessário ler o que Ripa tem a dizer:

http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/01/os-essenciais-4-dean-ripa.html
http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/03/vanzolini-garcia-ripa-e-acrochorda.html


E é importante ler o que Vanzolini me ensinou:

http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/01/os-essenciais-7-paulo-emilio-vanzolini.html


QUANTO À SEGUNDA PERGUNTA, a resposta é sim. Existem duas Lachesis muta rhombeata no Sul da Bahia, nomeadas ancestralmente pelo povo como "a amarela", e "o apaga-fogo" ou "vermelha", esta ultima de pior fama, e considerada como a surucucu que vai atacar a fonte térmica luminosa nas mãos de um homem na mata à noite. Exagero ?  Aumente o som:




                                          




Ainda sobre a fama destas cobras, um relato de fonte mais que respeitável:

"Quando procurávamos na mata, cipó para amarração dos novos ranchos, matamos uma surucucu-de-fogo. É a cobra mais temida do Brasil! Seu nome varia de acordo com a região. Na Bahia, por exemplo, é conhecida como surucucu-pico-de-jaca; no Pantanal, como surucucu-do-pantanal e, nas zonas florestais, como surucucu-do-mato-virgem. É grande, quase dois metros e meio, feia, escamas como as de jaca e, quando enraivecida, avança. É na realidade a única cobra venenosa que avança" (Claudio e Orlando Villas Boas em "Marcha para Oeste").

Confira: http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/01/surucucu-orlando-moral-e-misterios.html



À esquerda, fotografada no NSG uma autentica "Apaga-fogo", coincidentemente bem mais arisca e preparada para o bote que sua conterrânea "Amarela". Não se pode prever o que será delas na natureza em 50 anos, se hoje já enfrentam cerca de 93% de destruição de habitat, com populações confinadas em ilhas verdes, sem apropriado intercambio genético.



Deve ser este o bicho que "atacava fogueiras", do exagerado (?) relato coletado por Von Martius e Spix, ou do texto de John Manley, "Snake's antipathy to fire", Pernambuco, 1851, visualizável aqui:


http://www.lachesisbrasil.com.br/download/BulChicagoHerpSoc_Vol42Num7pp105-115%282007%29.pdf

Dean Ripa me disse que POR VIA DAS DÚVIDAS, em certas áreas  não fica perto de fogueirinha de acampamento à noite. Eu também não.

Sobre a terceira pergunta do Professor, sobre o que realmente difere o bicho da costa Atlântica e Mato Grosso, daquele do norte do Rio Amazonas, há outras características (vide email de Vanzolini, acima), mas acho que dá para falar DE LONGE, quem é quem pelas marcações de cabeça.





A escandalosa diferença de cabeças de muta muta acima, e muta rhombeata abaixo: arabesco do topo bem marcado em rhombeata, fraco em muta muta, facha pós-ocular grossa em rhombeta, fina em muta muta, facha pós-ocular branca sobreposta à negra em muta muta, facha pós-ocular unica em rhombeata. Coloração mais viva em rhombeata, mais pálida em muta muta. 

Muta muta clicada por Matt Harris, Rhombeata por mim. 

Confira o ponto de vista de Ripa, que não só sustenta a distinção sub especifica para Lachesis no Brasil, divergindo de Fernandes, 2006, como propões a ampliação da distribuição geográfica de rhombeata para  o oeste brasileiro rumo ao Mato Grosso até a margem sul do Rio Amazonas:

http://www.lachesisbrasil.com.br/download/DeanRipa-GeographicalDistribution.pdf

ABAIXO, A 'VERMELHA', suja de terra, de tanto escavar, alargando as galerias de paca e tatu  Sim, há função escavatória na hiper-queratinização do gênero






CONFIRAhttp://lachesisbrasil.blogspot.com.br/2011/09/trabaho-denilson-e-surucucu.html



  

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Frutos do NSG no Ecuador (Costa Rica, Venezuela...)




Recebo hoje este email de Dr. Raul. Seguindo nossa metodologia obteve nascimentos de Lachesis em cativeiro, e agora está em dificuldades na difícil etapa seguinte, a de alimentar os bebês e vermifugá-los.

Vamos lá:


Hola soy el Dr. Raúl Martínez del serpentario del instituto de Higiene del Ecuador, a mi me nacieron en cautiverio unas lachesis muta gracias a los consejos de la vez pasada mis culebritas han logrado sobrevivir 4 meses sin ninguna novedad, mi inquietud es  cuantas veces a la semana se las puede alimentar, ya que desde que nacieron solamente les doy de comer una vez por semana y les doy aproximadamente el 10 % del peso  pero un avez que termino de darles de comer hay unas serpientes que se asoman por la ventana de la caja como pidiendo mas alimento,  le quisiera dar de comer 2 veces por semana pero no se si les cause algun daño, y por suerte todas las serpientes comen solas y ya no tengo que darles alimentacion inducida, le estoy dando de comer ratones blancos.

Ademas a 2 serpientes les e recolectado las heces frescas y le he hecho un examen coproparasitario y me identificaron huevos de oxiuros, no se si puedo tratarlos a esta edad y que medicamento me recomiendan ustedes.

Saludos a la Distancia.

Raul


CARÍSSIMO DR. RAUL:

1) ALIMENTO OS FILHOTES UMA VEZ POR MÊS EM MESES FRIOS (MEDIA 21-24°C), E DUAS NO MAXIMO EM MESES MAIS QUENTES (MEDIA 24-28°C). OFEREÇO FILHOTES DE WISTAR AINDA COR DE ROSA, SEM PELOS, COM UMA SEMANA DE NASCIDOS. PODE OFERECÊ-LOS VIVOS, COLOCANDO UM RATO POR COBRA NUM AMBIENTE ESPAÇOSO, AO ENTARDECER. SE PELA MANHÃ O RATO AINDA ESTIVER LÁ, REMOVA E TENTE DE NOVO POR UMA SEMANA. 50 DIAS SEM ALIMENTAÇÃO PARTO PARA ALIMENTO FORÇADO. TÉCNICA DIFÍCIL EM COBRAS MUITO PEQUENAS E QUE DEVE SER EVITADA AO MAXIMO. MAS ATENÇÃO, SÓ OFEREÇO ALIMENTO AOS RECÉM NASCIDOS APÓS SUA PRIMEIRA MUDA DE PELE, AOS 30 DIAS DE VIDA, MAIS OU MENOS.



Individualizar o tratamento aos filhotes é essencial, aqui nossa forma low budget de abordar a questão



COM O TEMPO, A PARTIR DOS 3-4 MESES ALGUNS INDIVÍDUOS SE DESTACARÃO DOS DEMAIS, E DEIXO POR CONTA DA NATUREZA SEU RITMO ALIMENTAR. TODA VEZ QUE DEFECAM OFEREÇO RATO NO DIA SEGUINTE, HÁ COBRAS QUE COMEM 04 VEZES POR MÊS, SEM PROBLEMAS. NÃO SE PODE PERMITIR É GULA, QUE A MESMA COBRA COMA TRÊS RATOS DE UMA VEZ, VISTO QUE EVENTUAL REGURGITAÇÃO PROVOCA LESÃO ESOFÁGICA MUITO FREQUENTEMENTE.



Espero que estas imagens possam dar ao Sr. uma noção do tamanho dos ratos oferecidos para filhotes de até 3-4 meses. Mantenho biotério com Wistar, Balbick C 47 e Swiss (abaixo, da esquerda para direita, nessa ordem) exatamente por isso, cada tipo de rato destes tem ninhadas e desenvolvimento de tamanho único, e escolho o rato a ser oferecido individualmente, baseado no que julgo ser a embocadura máxima do filhote.



O ponto na embocadura é critico no genero Lachesis: qualquer Bothrops jararacussú de 1,60 mts come um porquinho da Índia de 500 gramas. Eu não ofereço nada com mais de 300 gramas nem para cobras de 2,50 mts. O longo tubo digestivo, para digestão lenta em ambiente frio, de baixo metabolismo, pede naturalmente presas pequenas, que não se transformarão numa bomba de gás pútrido no meio do caminho




QUANTO AO OXIÚROS, UMA 'PRAGA' TEMÍVEL, QUE ESPOLIA PROVOCANDO ANEMIA, QUEDA DO ESTADO GERAL, DO RITMO ALIMENTAR E LEVANDO A MORTE. PODE DAR 1/4 DE UM COMPRIMIDO DE CANEX PREMIUM (COM IVERMECTINA), PARA CACHORROS ATÉ 5 KG, À CADA FILHOTE. É O QUE FAÇO. O COMPRIMIDO É INTRODUZIDO NO ANUS DE UM WISTAR RECÉM NASCIDO, QUE É PASSADO EM OVO PARA ESCORREGAR, E INTRODUZIDO ESÔFAGO ABAIXO NO ANIMAL. O RATO DEVE SER MORDIDO PELA COBRA, INOCULANDO VENENO, PARA FACILITAR A DIGESTÃO E LIBERAÇÃO DA DROGA. ALIMENTAÇÃO FORÇADA COMO FAÇO, O SR. PODE VER AQUI:


































Mais imagens

NÃO SE ESQUEÇA DE VERMIFUGAR SEUS RATOS. DEIXE-OS COMENDO RAÇÃO DE CACHORRO POR UM DIA, SEM AGUA. MUITO SAL, MUITA SEDE. NO DIA SEGUINTE OFEREÇA 100 ML DE AGUA COM 1 ML DE IVOMEC (IVERMECTINA) PARA 03 RATOS ADULTOS WISTAR, REPITA A OPERAÇÃO A CADA 6 MESES EM TODO O BIOTERIO. EM SERRA GRANDE OS RATOS SÓ BEBEM AGUA MINERAL, NASCIDA NO MEU TERRENO, OU COLETADA DE CHUVA (OBRIGADO JS !!!). CERTIFIQUE-SE QUE SUA AGUA NÃO VEICULA AMEBA E GIARDIA, ESTES PARASITAS PEDIRÃO APLICAÇÃO DE BENZOILMETRONIDAZOL ADICIONAL.


AVALIE POR FAVOR ESTE LINK BEM COMPLETO SOBRE PARASITOSES EM LACHESIS:


http://lachesisbrasil.blogspot.com/2011/06/pergunta-preto-resposta-azul.html


GRANDE HONRA CONTRIBUIR PARA A PRESERVAÇÃO DE LACHESIS NO ECUADOR,

DISPONHA ...