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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Matrix, sincronicidade e sorte na vida





Neste ultimo final de semana, muita atividade em Serra Grande.

Rui, com outros cinco e de caiaque, subiu uns 6 km do Tijuípe, à partir da Reserva Caititú. Linha amarela, rumo oeste.






Simultaneamente, eu descia o Tijuípe no rumo leste por outros 6 km, com três pessoas, à pé e margeando o rio até o mar.






Nosso grupo cruzou estas águas por cinco vezes no trajeto....






























Travessias nem sempre tão simples. Sexta à noite, Brasil na balada. Lua cheia. Pirambeiras, nós na roubada.




























Mas como era bom estar lá. O problema foi ter escutado o relato de Tureba, e depois ir meter a canela em território de Lachesis.

Você em especial, que duvida da NEUROTOXICIDADE EM LACHESIS, aumente o som e preste bastante atenção neste curto depoimento.






A bio-blitz contemplativo-fiscalizatória ocorreu por sincronicidade. Não houve acerto ou combinação previa entre Rui e eu. Gostamos do que vimos. Mas há motivos para preocupação.

A área visitada por Rui é das mais isoladas. Ainda assim, a média do diâmetro das arvores avistadas era de 40 a 60 cm. Floresta secundaria em regeneração.

Rumo oeste, nosso grupo conheceu um mega loteamento. Da BA 001 até a foz do Tijuípe, conhecida por Caranha. Em sendo legal, trata-se de uma estranha concessão do Inema/Ibama, ou sei lá de quem.

Na manhã anterior, meu momento Matrix ...




Afastei o quanto pude do bote que vinha em direção ao meu rosto. Como sabia que haveria um segundo ataque, completei a inclinação para trás com um rolamento treinado à exaustão no Krav Magá.

Sei que parece cascata, mas foi exatamente o que aconteceu. Uma testemunha ocular em breve publicará seu relato*do ocorrido, e daí retorno ao tema.

*o tal relato, aqui http://lachesisbrasil.blogspot.com.br/2013/08/mea-culpa.html

Quanta coisa cabe no decimo de segundo. Tive tempo de ver a bocona branca se aproximando do meu nariz e pensar: 'que dentição perfeita, está bem saudável, que bom', e inclinar em explosão para trás, rolando e me afastando do segundo bote, que já estava prontinho. Essa surucucu especifica pesa mais de 15 kg (sim, QUINZE quilos), e tem 2,20 metros. Foi por pouco.

Cheguei em casa no domingo ainda mais silencioso que o habitual. Meus filhos cheios de novidades. Luca tocando Mozart na guitarra. Gabriel gostando de Maria Clara.

Tenho muita sorte na vida.


6 comentários:

  1. Queria ter estado lá, lua cheia, pirambeiras, roubadas e longe da balada. PERFECT

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  2. E as canelas dando sopa prás surucucus....rs

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  3. Isso é uma ótima ideia !
    Trilhas na mata com explicações sobre a Terra das surucucus.
    A moçada pode se amarrar .
    Visitação ao serpentario, passeios e trilhas notunas e diurnas na mata . Tipo mergulho noturno ... Uma galera vai curtir demais fazer.

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  4. Ótima postagem .
    Trilhas de aventuras com lua cheia , Matriz e muita sorte.
    Ave Maria quanta coisa boa

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  5. Bio blitz .... Hehehe

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  6. Interessante, em segundos vc teve tempo de olhar e reparar a boca ,os dentes , pensar que estava saudável enquanto se preparava para a fuga.
    Manteve calma, tranquilidade e certeza que não era o seu dia e iria se safar , mesmo que,depois de tudo passado, se assustou com o que passou. O susto veio depois?!
    E que rapidez de reflexos pois o animal já preparava o segundo bote e vc saiu de perto, se levantou e o imobilizou.
    Tem sim que ter agilidade, flexibilidade e pensar sem medo . Típico de quem é treinado para lutas

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